The crazy [female] artist iconographies of art, mental illness and gender in Ellen Forney's marbles
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Título principal
The crazy [female] artist [recurso eletrônico] : iconographies of art, mental illness and gender in Ellen Forney's marbles / Luciana dos Santos ; orientadora, Maria Rita Drumond Viana ; coorientadora, Renata Lucena Dalmaso
Data de publicação
2024
Descrição física
116 p. : il.
Nota
Disponível somente em versão on-line.
Dissertação (mestrado) – Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Inglês, Florianópolis, 2024.
Inclui referências.
The crazy [female] artist [recurso eletrônico] : iconographies of art, mental illness and gender in Ellen Forney's marbles / Luciana dos Santos ; orientadora, Maria Rita Drumond Viana ; coorientadora, Renata Lucena Dalmaso
Data de publicação
2024
Descrição física
116 p. : il.
Nota
Disponível somente em versão on-line.
Dissertação (mestrado) – Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Inglês, Florianópolis, 2024.
Inclui referências.
Este estudo procura investigar a graphic memoir Marbles: Mania, Depression, Michelangelo + Me: A Graphic Memoir (2012), de Ellen Forney, que chegou ao Brasil em 2014 sob o título de Parafusos: Mania, depressão Michelangelo e eu: Memórias em quadrinhos. Trata-se de uma graphic memoir, ou seja, memórias contadas como história em quadrinhos em que Forney conta sua narrativa de vida, relatando sua trajetória de vida desde quando recebeu o diagnóstico de Transtorno Bipolar. Para representar sua vivência com doença mental, a autora lança mão de metáforas e recursos possibilitados pela linguagem própria das HQs, uma mídia onde palavras e imagens se mesclam para contar uma história. Ademais, Forney traz em sua obra o conceito de “Crazy Artists”, uma categoria na qual ela se vê inserida uma vez que foi diagnosticada com Transtorno Bipolar e temia que sua criatividade fosse podada pela medicação que tinha a função de controlar a doença. No presente estudo, pretende-se adicionar uma camada extra a esta discussão: A intenção é estudar em consonância com a análise da linguagem gráfica de Marbles, a história por trás de um estereótipo que une artistas femininas, como Georgia O’Keeffe e Sylvia Plath, retratadas em Marbles, e relaciona a arte dessas mulheres às suas doenças mentais. A hipótese proposta é de que a linguagem das HQs possibilita a diversificação da forma como a percepção da figura dessas artistas femininas pode ser representada através de uma nova iconografia